15 de dezembro de 2008. Estava no aguardo, profetizando: vai passar.
E num é que passou? Uau!
[libertad]
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Doce de leite em barra. Água com limão. Graves femininos. Violão folk. Céu nublado e uma expectativa de arco-íris, só pra arrematar.
[Working.in.home]
Uma aparição: soltos os cabelos e pronto, exalada a leveza no contorno dos fios.
Por isso é fácil o feito elaborado de pousar subversiva elegância no que poderia ser frio ou denso.
Num abraço morno, queria caber-te sem dor ou cansaço.
Apenas brisa, silvo de pássaro, sorriso de criança.
Como vestir roupas velhas. Ou dormir com o travesseiro deixado na casa da mãe. Como andar descalço em grama japonesa e apertar purê de batata com o garfo. Como se enrolar em edredon em madrugada de frio e passar água doce no rosto ao sair do mar.
bicho do cerrado, de hábitos noturnos e solitários, saudosa, arredia, desejosa, dolorida, afeita às águas doces, aos sabores ácidos e amargos, de latinidade dispersa e negritude ancestral.