terça-feira, 11 de agosto de 2009

15 de dezembro de 2008.
Estava no aguardo, profetizando: vai passar.

E num é que passou?
Uau!



[libertad]

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Doce de leite em barra.
Água com limão.
Graves femininos.
Violão folk.
Céu nublado e uma expectativa de arco-íris, só pra arrematar.



[Working.in.home]
Uma aparição:
soltos os cabelos
e
pronto,
exalada a leveza no contorno dos fios.

Por isso é fácil o feito elaborado
de pousar
subversiva elegância
no que poderia ser
frio ou denso.

Num abraço morno,
queria caber-te
sem dor ou cansaço.

Apenas brisa, silvo de pássaro, sorriso de criança.
Como vestir roupas velhas.
Ou dormir com o travesseiro deixado na casa da mãe.
Como andar descalço em grama japonesa e apertar purê de batata com o garfo.
Como se enrolar em edredon em madrugada de frio e passar água doce no rosto ao sair do mar.

Confortável.
Nesses modos.

Assim me re.soas