Não aprendemos.
Talvez porque, tão libertos, é do vôo que precisamos.
Alçamos.
Mas beija-flor também precisa de assento.
Cansamos.
Do pouso na dúvida, perguntamo-nos:
Quê queremos?
Das quedas, pegamos apreço pelo atrito que sustenta.
Cuidamo-nos.
Eis que então, despertos, encontramos que nosso aprendizado chegou.
Há tempos.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário