Você merecia um canto,
mas por enquanto só poderia lhe ofertar um quase-conto.
Pelo que me soas,
saio do silêncio para ressoar os pontos,
de vista,
de encontro,
de encanto.
Pelas convergências,
fantasio loucas reviravoltas de ventos,
com seus nomes de mulher, em curvilíneos movimentos.
Porque mimar em mim é ser,
te planejo presentes,
que te cuidem hoje como futuramente,
aos moldes do que meu passado diz semente
no solo fértil de teu colo intenso.
Se eu fosse de preces,
rogaria aos anjos pinceladas de te fazer
sorrisos,
vôos,
sossegos.
Sendo de atos,
derramo em palavras o que em mim
preenche-se dos teus transbordamentos,
desejando, com afeto,
que o tempo seja afago
na compridez dos teus sonhos e cabelos.
[cá.entre.nós]
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