De perto, os muitos pelos desenham em teu corpo curvas e sombras que incitam meus dedos a passear entre eles. Da porta, teu sono nu pediu o passeio de um lápis grafite sobre papel Canson.
bicho do cerrado, de hábitos noturnos e solitários, saudosa, arredia, desejosa, dolorida, afeita às águas doces, aos sabores ácidos e amargos, de latinidade dispersa e negritude ancestral.
Um comentário:
É que a poesia, minha querida, está solta pela vida...à disposição de qualquer faísca.
Vá tb a: www.enredoenxerto.blogspot.com
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