domingo, 7 de setembro de 2008

já não me angustia uma barata passar no pé. matei duas esses dias, tão friamente quanto ignorei a que me submeteu a isso antes das 6h da manhã. chocolate já não tem tanto sabor como antes. tudo parece fazer muito tempo, inclusive aquele meu jeito de ficar entregue continuamente a uma mesma coisa, com a mesma delicadeza com que poderia ficar calada sem marejar, quando meus limites estavam para lá de ultrapassados.

não quero relembrar como fazer isso. prefiro os saberes de agora. e vou atrás de um jeito de ficar de boa de verdade. só não sei de boa com o quê... isso eu descubro depois.

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