rodar até entorpecer, meio dervixe, mas recusando a covardia de simplesmente se aproveitar, ao estilo do concomitantimismo pragmático. gosto de fazer acontecer aquilo que eu possa, afinal, são muitos os descontroles nesses giros. gosto sim de sentir as rédeas da situação, tanto quanto gosto de me ver de joelhos diante do não saber.
o dedo mindinho e o maior de todos estão me pondo à prova: não querem segurar com firmeza meu mais novo instrumento de felicidade. fodam-se, os dois. vão ter de se curvar à minha vontade e à minha obstinação. pois é, posso desistir fácil. só se não houver amor e, como cada dia mais amo a música com uma força descomunal, submeterei todos os meus dedos a uma luta louca contra nossos hábitos frágeis. não sei quanto nos bateremos nisso, acho que muito e isto muito me atrai.
esse é meu novo giro, minha nova meta, meu novo vício. assim saio de mim ao meu encontro. e gosto do que vejo, torno-me minha amiga.
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Um comentário:
"esse é meu novo giro, minha nova meta, meu novo vício. assim saio de mim ao meu encontro. e gosto do que vejo, torno-me minha amiga."
n existia comentários, literalmente.. tbm, pudera. é de se calar e absorver...
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