Eu nem tinha notado.
Para mim, era só a saudade de uma tranquilidade qualquer, de dias serenos porque sim.
Só quando se falou em companhia (de novo, ê nóis: /\) foi que fez sentido.
Eis, então, a questão:
Ressoa em mim
O que nem sentes, pois apenas sois.
Entre sons, descubro o sentido que faz,
na contramão do pensado,
nós dois convergindo.
Ah, se sesse!
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Um comentário:
Nem precisaria me lembrar Zé da Luz!
Mas é impossível não convocá-lo, junto com Fernando Pessoa, em noites de desassossego!
"Se um dia nós se gosta-se
Se um dia nós se quere-se
(...)
E tu com eu insinti-se
(...)
Távez que nós dois fica-se
(...)"
Aiai!
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