sábado, 6 de dezembro de 2008

Eu nem tinha notado.
Para mim, era só a saudade de uma tranquilidade qualquer, de dias serenos porque sim.
Só quando se falou em companhia (de novo, ê nóis: /\) foi que fez sentido.
Eis, então, a questão:

Ressoa em mim
O que nem sentes, pois apenas sois.
Entre sons, descubro o sentido que faz,
na contramão do pensado,
nós dois convergindo.
Ah, se sesse!

Um comentário:

Mafalda disse...

Nem precisaria me lembrar Zé da Luz!
Mas é impossível não convocá-lo, junto com Fernando Pessoa, em noites de desassossego!

"Se um dia nós se gosta-se
Se um dia nós se quere-se
(...)
E tu com eu insinti-se
(...)
Távez que nós dois fica-se
(...)"

Aiai!