terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Meu limite?
A descobrir.
Minha vontade?
A rever.
Meu momento?
A administrar.
Meu tempo?
É quando, disse o poetinha.

E aí, quase desmanchando, respiro fundo e guardo as lágrimas. Ok. Entendido. Bora lá...

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