Tem muito mais verde nas conversas salvas. Nelas, quem fala muito sou eu. Relendo-as, (re)encontro nas tuas poucas palavras precisos toques em mim, mais ou menos assim, entre as juntas dos dedos.
Ali, registradas, elas continuam me cutucando.
Sinto falta de olhar nos olhos.
E de te ouvir, de novo vendo as pernas tomarem um certo sossego.
Elas merecem. Mais ou menos assim como eu mereci te descobrir de verdade (se é que isso realmente aconteceu).
Me causa estranheza essa forma de contato. E, diante dos porvires, ela será a única possível. Lamento.
Juro como merecíamos mais.
Vaidade: juro como queria mais.
Mais uma dose do melhor veneno antimonotonia...
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