Textos, textos, textos.
Me trazendo o quê mesmo que me agrada no teatro, o que falta na música, o que não ficou óbvio no poeta, o que não sei de um monte de coisa, o que é importante em um monte de coisa que já sei, mas quase esqueci.
As letras aparecendo na tela me remetem ao filme, que me remete à realidade, que me remete à fantasia.
Falta um mês pro carnaval. Ainda não é tempo das fantasias que compensam. Então, o que fazer com essas que insistem em profanar a rotina?
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