sábado, 14 de fevereiro de 2009

Eu tenho uma entidade. Juntas, fazemos par com outra.

A compreensão de mim está muito ao Léo, bem como minha paz se acha nos a.braços de uma rainha do a.mar. Mesmo eu sendo dama de águas doces.

Prefiro os sabores ácidos e amargos. Chocolate já nem tanto acompanha. Estudo um instrumento de cordas que me fez cortar as unhas e amar calos, achando um jeito de entre suavidade, precisão e força.

Convenci um de que sou chata, mas ele sentiria falta, só pelo feminino presente. Justo eu, que muito macho faço até cimento.
Para outra, que me soa saborosas familiaridades, sôo João e Maria.
Benção.

Me esparramei nos depoimentos de uma flor-menina, que nem o carinho-cuidado que resguardo se esparramou nos chiliques dela.

Convergindo mals gostos, saboreei nas madrugadas a conquista de um amor de porcaria, que me deu mais fôlego para acontecer do que sabe.

Tenho um filho fantástico, preciso, assertivo, minucioso, delicado, sagaz. Assim como a pequena que subiu comigo lá onde tinha jeito de infância ao descer.
E quero o conforto daquela que se recolhe e só.

Não vou embora agora.
E talvez tenha mentido pro chefe: acho que ainda quero ser gente grande.


Desde que com calma.



[Palavrórios devanêicos]

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