Foi numa noite de lua cheia e socialismo, ao som do mar.
Aquela tanta empolgação,
aquela toda realização,
o encontro com as coisas como elas são,
o cotidiano visto nos olhares e palavras
trocados diretamente.
Uma entrega inusitada ainda que óbvia, a estréia tardia de algo bem conhecido, o direito à incoerência, o aliviar de um afã,
uma troca de sinceridades.
Deu-se, então, uma emergência.
Revigorada, surgiu diante de si
plácida,
disposta a armar-se para a guerra, sentindo as pequenas potências.
Reencontrou-se.
Desde então, anda a cantar e dançar bobagens, a celebrar a loucura, a elaborar miúdos planos, medidos pelos pés e passos,
mãos e sonhos
de vendaval.
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